breviedades pausadas

breviedades pausadas
entre o verde o vermelho

quarta-feira, junho 13, 2007

pé ante pé















rosas de chocolate pro meu amor. nossas rosas, ao nosso amor.



http://www.flickr.com/photos/maludoces
esse eu assino. rs

quinta-feira, abril 12, 2007

nós de nós mesmos

entre nós e nossas dúvidas recorrentes.
perguntas de muitas culpas engavetadas.
tantas questões amontuadas em algum quarto trancado.
sem janelas, sem frestas, de porta que quer se ver entreaberta.
ali junta-se mofo, que empelota o peito.
mofo, subproduto da mágoa resolvida,
melhor, guardada no canto do quarto.
se a luz pudesse entrar veríamos tudo de nós,
pelos cantos que já perderam seu espaço.
de fora do quarto, estamos fadados ao cheiro.
que atravessa as paredes e se propaga pela casa toda, vazia.
saímos pela porta e vemos do jardim a casa ruir.
mas não desaba, o que não está resolvido submete-se.
perdura mantendo em pé paredes e carcaças do que já fomos.
o jardim por sua vez cresce, induzindo a continuidade do tempo.
aos poucos o medo se abafa pela polvorosa curiosidade.
e de passos leves retornamos a casa.
sentamos na sala e nos relemos em alguma ficção.
o cheiro nos induz ao relaxamento.
queremos aceitar aquilo de nós entre nós mesmos.
e o jardim flagra o momento em que os alicerces cedem.
e a poeira que sobe é a matéria à qual sempre retornamos.

quinta-feira, março 29, 2007

à quem quiser.

...

sobra espaço branco translúcido.
falta linha de raciocínio.
tantas questões se embaralham por aqui.
nesse curto espaço abarrotado.
e ainda resta a pausa.
que sonega o trabalho, acumula-o.
e o tempo corre.
enquanto o fôlego se supre na expectativa.

aquela que tal como a esperança,
nutri por dias de glória.

quinta-feira, março 15, 2007

entre dedos

tua pele friccionada na minha.
teu calor trocado pelo meu.
olhos que se encontram pausados.
e entre dedos ficamos juntos.

terça-feira, março 06, 2007

e eu pensando em você



abri a porta, minutos antes ainda estava aqui.
o tempo que deveria congelar-se, acelera.
e você sempre se vai antes.
abri a porta na expectativa de revê-lo, ainda ali.
sorrindo frente a porta do elevador.
infelizmente o tempo corre sempre depressa quando juntos.
e me consumo pela saudade que corre pelas veias.
há um espaço enorme que deveria ser preenchido.
mesmo já havendo espaços abarrotados.


amor em doses cavalares.

flores brancas


desperta aos poucos.
delicadeza.
flui, como se pode esperar.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

E os carnavais passam, sem créditos

penso eu, será que alguém soma pontos?

não valem fodas, carícias e amassos.
afinal surgem barrigas, mas não se formam famílias.


então eu conto, qntos carnavais valeram a pena?
nenhum.
nem mesmo aqueles em que de boa fé pulei, festejei e dancei.
sempre alcoolizada, sempre odorizada pela nicotina.



Desiderata à todos os de boa fé.

Não queiram polemizar.
Opiniões divergem e pontos de vista não estão abertos a discussão.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

em outros carnavais

Chegou bufando. Sem ar e de saco abarrotado.
Sabe-se lá o que aconteceu.
Se fosse eu seria pelos meninos de meninas que não gosto.
Também pudera, homem barbudo de minissaia eu não engulo.
Se fosse eu seria o calor. Gente demais, pele demais, úmido demais.
Se fosse eu seria o trânsito. Nessa época todos saem na rua.
Vai saber porque. Gente parada engarrafando a calçada.
Me incomoda.
Se fosse eu seria pela música que toca em alto e bom som.
Nesses dias é difícil ouvir algo mais calmo, sereno.
E todos ficam assim, descontrolados, eufóricos.
Se fosse eu seria o mau humor da TPM.
É de praxe ficar com os hormônios a flor da pele.

Mas não sou eu.
Afinal eu nem quis sair de casa. Decidi-me que nesses dias eu faço retiro dos outros.
Então pensei, pergunto?

Não precisa. Nesse inter ele fala pelos cotovelos. Fora do comum.
E solta, alivia a tensão muscular.
Bem, sorrio pra mim, ele não é bem eu, mas pensa como se fosse!

quarta-feira, dezembro 06, 2006

ketchup























a mordida é do tamanho da gula.
preenche o todo desejado sem receio.
e molha os lábios duma saliva espessa.
adoro vermelho intenso.

segunda-feira, novembro 27, 2006

uoba!

e ela é algo.
é tudo.
vida nova à ela.
longa, tb.
sempre perto.
bons tempos atuais.
a paz tem se aproximado à passos largos.
aprochegue-se.
ando saudosa de ti.
LUZ PAZ E AMOR

segunda-feira, novembro 13, 2006

no mar de águas


naquela manhã em que abri os olhos tive a sugestão de não vê-lo mais.
pensei, porque não, toda dor é mais ligeira quando corremos e não olhamos para trás.
ouvi a porta estalar, você embaixo d'água num ritual cotidiano de erguer-se novo antes de sair.
a barba que me roçava as entranhas, o cheiro que impregnava a minha pele, os cabelos eriçados, tão seus. resquícios agora no ralo, direto, já que se aprumava ali um novo homem.
o perfume -fecho os olhos e sinto atravessando as frestas a essência, adoro seu cheiro misturado com gotas silvestres; me inebria.
fico estática na cama. debaixo dos lençóis comprados a medida de casal. agora éramos um, ou duas partes.
ouço toda a sinfonia que faz no banheiro, dia após dia.
abre a porta, na cama apóia a toalha, a roupa separada ao corpo nu.
todas as noites eu escolho a camisa de botões, a calça de linho
e dou o nó na gravata. uma supertição nossa, a combinação de cores.
gentilmente você agradece, beija-me a boca com hálito fresco, sorri.
desço as escadas. você alguns passos a frente.
os sons instrumentais da copa misturam-se a ópera do gato.
você arruma a mesa e eu corto o pão.
café, laranjas, mamão. bolos, queijos. leite.
escova os dentes, sorri, se alimenta, se calça, não necessariamente nessa ordem.
mas sempre sai. atravessa a porta ao carro. liga-o, acena e some.
fecho a porta e não sou mais ninguém.
sou um alguém sem função em si. acompanho as horas que se arrastam.
você me consumiu demais, eu quis ser outra parte sua, um braço.
uma muleta. talvez um guarda-chuva.
e eu aqui nesse mar de águas, afogando-me, debatendo-me, esquecida.
o gato se roça na minha perna, sobe logo atrás de mim, as escadas.
deita-se comigo no leito-caixão aonde vejo padecer qualquer coisa, eu.
jaz um qualquer coisa de mim pelos cantos da casa, alagada de mágoas.
os risos que se prendem nas molduras nossas, paralisados no tempo.
do banheiro ainda exala o seu cheiro, respiro profundo consumindo todo o ar.
você é o ar em si, absoluto.
expiro. o animal me ignorando se lambe, banho matinal.
e eu me enrolo ainda mais, pensando em fugir, correr sem olhar para trás.
fecho os olhos e me vejo, sentada num café anos atrás.
uma fulgaz felicidade ímpar nos olhos, e você refletido neles.
o "sim" repetido diversas vezes, eufórico como as pernas, as mãos.
abro-os, já molhada. a água chegou a linha da cama.
ela sobe lenta e contínua. sinto-a na face, sobe acariciando as bochechas.
entra pela boca, pulmão, nariz.
o corpo num reflexo animal me cospe da banheira.
expectoro a água. retorno a cama, úmida. sozinha, fracassada.
ouço a campanhia, desço trôpega, fito a fechadura que roda só.
você, sim você, eu, qualquer função, êxito.
deito em posição fetal e você me envolve. volto a primeira noite que te vi.
sussurra, ainda há tempo de mudar.

quarta-feira, novembro 08, 2006

um contra, outro a favor

no resquício de luz que se permite.
entre os dedos entreabertos por onde escapa.
nos lábios cerrados do calado atônito.
pelos olhos aflitos do interlocutor assoberbado.

as calçadas da rua emolduradas.
nós entre molduras, fora delas ou em qualquer movimento, por um passo.
a distância que se aninha no hall de mágoas, chega à sala, despida.
tinha cheiro por lá. odor nosso, daquele amor sublocado.
pensávamos, eterno, intenso já fora demais.

um dia na rua só, faltava-me o guarda-chuva ou faltava-me você.
o desapego é isso, desconcentração do valor real do outro, enquanto bem querer.
sempre muito mimada. sempre a bater os pés e chorar copiosamente à ter atenção.
o estranho é que nunca lhe faltei. você em pedestal de pedra. fincada no meu peito.
disse árido?

abri a porta e te vi sentada, fitando a janela de persianas entreabertas.
como nossa mascote deu-me um instante de atenção e voltou.
entrei, despi-me, lavei-me, vesti-me, comi e já angustiado fiz menção de lhe tocar.
mas aonde você teria ido depois?
os lábios frios me tocaram parcelado, o olho esquerdo perdido no meu direito, molhado.
mansa me ofereceu os braços, maternais, sorriu e andou pro quarto.
descalça, porque deixou os chinelos?

eu não posso. bati na porta inúmeras vezes, mentalmente. uma, na verdade.
espero e anseio por vê-la. não vem.
a orelha fita a respiração apertada atrás da porta. chora contida, triste demais por lágrimas.
sufoco-me. a essa altura a sala já está abarrotada e você não aguenta mais.
desci as escadas, precisava de alguma adrenalina correndo em mim, anestésica.

foram horas de palavras cuspidas, ressentidas, antigas e desnecessárias.
foram horas de silêncio absoluto, de olhos inchados e mãos recusadas.
foi uma eternidade, triste, intensa, inesquecível.
foi o fim de tudo o que já tinha acabado em nós em silêncio, asfixiado.

corri até nossa antiga casa e percebi que há muito tempo perdera seu cheiro.
você estava nas cartas, nas fotos, na mascote, em silêncio.
e então eu sofri como alguém que tentou demais não se envolver em vão
e perdeu o chão, a chance de ser um pouco mais do que só um.

decidi fechar as persianas e no chão da sala deitar.
a cama era sua, as chinelas fui eu que te dei.

segunda-feira, outubro 30, 2006

entre-ar



avulso.
entre nós, ar.
entre-ar.
distantes até não sentirmos calor.
calor humano, do outro.
outrem, que vem e vai, e é assim, igual.
somos assim, parecidos.
cabelos, unhas, uns sorrisos sozinhos.
e andamos num sentido que ás vezes respira,
engasga.
para algum lugar comum, nosso.
dentro de nós, velado, outra vez só.
penso, não, não penso tanto, nem em nós, comuns.
porque ao acaso somos, jogados,
em ventos que nem sempre sopram.
os olhos brilham, longos, minto, não brilham tanto.

O amor ás vezes ofusca os olhos, como cílios que caem.
a intensidade é inversamente proporcional a felicidade,
qual felicidade era mesmo?
sim, ao comum, a felicidade de todos que amam sem demasia.

os outros andam, perambulam. como nós. sem mais.
somos todos doses de relacionamentos superficiais.
ao menos quase todas ás vezes ao longo dos dias e dias.
e os olhos não se trocam, os braços se degladiam.
e o contato mais longo é o esbarro alheio, quando sonolento.

sem mais. sem mais nada mesmo.
afinal avulsos como todos os eus comuns dentro de nosso mundo-anonimato.

terça-feira, outubro 10, 2006

Curioso.


As águas de março ainda perduram.
Curioso isso.
Não só as águas repetem o ciclo. Ou fogem dele.
Todos nós num fluxo contínuo.
Vindo sempre a cumprir às expectativas de outros tempos.
O medo é a pior herança genética que carregamos. Digo, medo-metafísico. Aquele "órgão" social que nos mantém homens coletivos.
Sempre a ter medo de tudo. Da coragem em especial. Que aqui se submete as conveniências.

quarta-feira, outubro 04, 2006

primórdios

Do homem que pouco se tem.
Ao homem que pouco se acha.
Nas entranhas que nos custa crer.
Ao silêncio que nos degrada.
Pelos olhos turvos dos dias.
Para dedos presos pelo medo.
Na caverna que pouco nos diz.
De todos os anúncios que nos fizeram,
em outros tempos.
No fim que acomete a todos,
todos ao mesmo tempo, no que dizem alguns.
Mortos estamos hoje, homem se liquefez.
O alter-ego falido, por previsão do homem
que tenta se construir, no padrão homem,
tão comum à todos os outros homens mais ou menos.

mais ou menos história, fábula de si.
menos verdades absolutas.
mais medo e subordinação.
O homem sociedade amarra o nó, nos quer ali,
contidos nele, enquanto figuras representativas,
homem social.
Nem mais um odor, ou rastro de baixaria, "selvageria".
Somos matéria homem, homem subproduto do meio,
meio composto por homem, decomposto figura social.
Aquele que cria submete-se a criação do gênero, da gênisis e do medo.
Engole guela abaixo ou cu adentro. Atento a não convergir,
tendencioso a ser o novo homem a criar o homem.
Silêncio e homem, sinequia.

terça-feira, setembro 05, 2006

"vento velho"


e o tempo horas demais passa arrastado.
leva tempo, diria, pra concluir a hora.
aquela de se fazer algo. mudar de fato.
e o vento desliza junto, na brisa, pela pele fria. sopra, atenua as rugas que florescem. sim, flores nascem, primavera são os anos. tudo como outro dia foi. mas sempre novo, o ontem guardado, numa caixa de lembranças que se esvazia, lenta e sozinha. se esquecem os dias. aqueles outros todos. portanto os beijos, as carícias. penso, todavia restam os presentes, ou presente, singular e só. perambulam os dedos, atônitos, cansados das mesmices que lhes cabem. cabelos, presilhas, antes fumaça. os pés tocam uma melodia qualquer, desritmada. mas cantam, espatam os males, e cantam, sorridentes à boca. foi o frio que enrugou os dedos, enrubesceu as maçãs. sim, o frio trazido pelo velho vento.

terça-feira, agosto 29, 2006

Destino, descolado.







Para onde estamos indo?
(...)
A esquerda nunca me caíu bem. Ser destra faz com que o lápis deva ser segurado pelo indicador direito. Bem que outro dia arrisquei-me com os dedos trôpegos esquerdos, e fluiram bem. Fizeram riscos precisos, coesos e círculos tortos, desajeitados.
Já contei que meu pé direito é menor? Quem não tem dedos gordos, por exemplo. Os meus são bolinhas, que somam-se a outra bolinha, que representa fisiologicamente meu pé, seja esquerdo ou direito. Chato é o nome disso. Designa pés gordos, ou arredondados. Deveria ser oval. Não chato, que soa como achatado, ou alguém inoportuno. Caso que não é veridico, quando falo do meu pé esquerdo.
Mesmo ele sendo meio desequilibrado, trôpego. E sempre pendendo pra fora, chamando-me para sair pela tangente. Num novo destino. A tangente não é especificamente o menor espaço entre dois pontos. Meu pé tem aquele jeito desbravador. Está sempre a frente de seu tempo, peraí, do tempo real, meu por sinal; cutucando com seus dedos os objetos que se prostam diante dele. Por vezes esses são constituídos de matéria sólida, o que pode provocar hematomas, calos e outras coisitas mais. Que por sinal não são tão ruins assim; afinal indica que eles estão inteiros. Existem, já que sentem dor, por exemplo. Mas a direita em contrapartida finca, está sempre disposta a discustir liderança e determinar o rumo das coisas. Finca, e não arreda o pé enquanto não é obedecida. Coisas de quem foi mimado a vida toda. Chamaram-o de lindo todos os dias de sua vida. Minto, eu não costumo concordar com isso. Mas tem aqueles que super protegem seus filhos, como no conto da coruja, que avisa ao lobo para ele não comer os filhotes dela, e indagado de quais seriam, registra que são os mais belos; o ditado da estória, depois de comidos e digeridos a mãe aprende que a visão de toda progenitora é turva em relação aos seus animaizinhos, literalmente.
Mas de volta ao pé. Para onde estamos indo de fato?

sexta-feira, agosto 18, 2006

folhas demais.

Um tanto de nós deixado de lado.
Assim ressentem as folhas riscadas,
rabiscadas, remexidas.
Aquele branco que atravessa a retina.
Tenta esburgar a alma.
Deixar-te de entranhas expostas.
Verdades em demasia confessionais.
E o silêncio te atropela. Por ora o descasso soberbo.
Estão todos ocupados demais com seus castelos.
E na areia frágil, de que somos, estamos sempre na estaca zero.
Nós, no recomeço permanente de nossos medos, diria.
Mas aqui reina uma qualquer tranquilidade.
De tantos sobrenomes, apatia.
Nos dias longos demais, que parecem iguais, mesmo quando flagrados na cena.
(...)
Sabe-se que a criatividade é proporcional à um qualquer fracasso.
Quer melhor personagem do que si próprio?
(...)
Tendem sempre a crer que somos como nossos dedos descabidos.
Que falam por si só, sem consentimento das demais partes que me cabem.
Mas cá entre nós, assim como folhas em branco, as palavras não lidas.
(...)
Ressentidas, por uma falta de amor.

quarta-feira, agosto 16, 2006

vozes, transpira.


som. voz.
aos meus ouvidos soa tão bem...
Joni Mitchel.
(...)
por ora, Jenny Lewis.
"Handle With Care"

segunda-feira, agosto 14, 2006

amarelo luz.













Luz.



Luminescência.
Uma qualidade ímpar.

(...)
Abreviações, cá entre nós, eufemismos incipientes. Penso o quanto de nós é reproduzido a torto e a direito ( ora sem direito) no caso de quem nem ao menos sabe quem somos, fato. Quantas ligações covalentes existem partindo de indivíduos indiferentes. Sabe-se lá o porque real dessa indagação. O que de fato perturba à caráter de hesitação. O silêncio que atropela a boca, corrompida, atônita, por ora muda. E traçar linhas tão próximo e tão distante na anfibologia do orgulho depravado de todos. Sonego, silencio. Parto do pressuposto que dissipasse por partículas impercepitíveis, que acumulam-se sós nos cantos do pranto de um qualquer ego falido. Em dias azuis demais para serem queridos. No baço d'olhos que nos nega uma plácida beleza hipócrita, desse amuado ambiente, de contrastes tão silenciosos e estrondosos. Pavimenta o peito logo que acalente. Melhor que flua entre concreto árido à que músculo nerval.
(...)
"coisas da vida", duma esquizofrenia tão humana.